sexta-feira, 29 de abril de 2016

Capitão América: Guerra Civil


Esse texto pode conter spoiler

Ontem foi a estreia de Capitão América: Guerra Civil. O Reuber adora filmes de heróis e sempre quer assistir nos primeiros dias. E lá fomos nós. O cinema estava lotado e tinha um Homem de Ferro e um Homem Aranha pra animar e tirar fotos com as pessoas.



Eu já assisti alguns filmes de heróis, mas não sou expert, nem suuuper fã. Eu gosto, em especial do Homem de Ferro e do Homem-Aranha, então não me julguem pelas minhas impressões sobre o filme! rs Essa é a opinião de uma simples mortal.

A história é a seguinte: o governo americano acha que os vingadores, apesar de ajudar a população e salvar vidas, têm feito muito estrago mundo afora durante suas missões. Então, um tratado com assinatura de 117 países propõe que eles trabalhem apenas seguindo orientações da ONU.

Tony Stark, apesar de chateado, concorda com esse acordo - o que me deixou surpresa, já que achei que ele seria o "do contra", - mas o Capitão América é totalmente contra, e vai lutar com todas as suas forças pra impedir isso. Ou seja: os dois entram em conflito e começa a tal guerra civil.

Agora dois pontos sobre o filme:

- É muito herói pra um filme só. Começou a aparecer personagem que eu já nem sabia quem era, de onde vinha e o que tava fazendo ali. Estão na história a Feiticeira Escarlate, Gavião, Falcão, Homem-Formiga, Viúva Negra, Máquina de Combate, Visão, Pantera Negra e Homem-Aranha.

- Resgataram um Homem-Aranha que caiu de para-quedas: um garoto que aparenta ter 12 anos. A tia May é uma moça jovem que não tem nada a ver com a história do personagem. Pra quem assistiu e acompanhou a história do Homem Aranha, é meio decepcionante.

É um filme legal de assistir, pois tem muita ação, efeitos especiais, aquela coisa toda dos filmes da Marvel que conseguem encantar os espectadores. Mas pra mim, não foi um filme uau. Pra quem gosta dos quadrinhos, é um prato cheio. Mas tem que ter um pouquinho de paciência, são quase 2h30 de filme.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Cinema: Um Senhor Estagiário


Me lembrei de um filme novo (acho que ainda está em alguns cinemas), que assisti há pouco tempo, tem a ver com moda e é super agradável de assistir.
Anne Hathaway é Jules, dona de um bem-sucedido e-commerce de moda, que teve um crescimento gigante no período de um ano e meio. A personagem é daquelas pessoas ligadas no 220v, que não param um segundo sequer e fazem questão de acompanhar todos os processos da empresa de perto. Uma típica workaholic.
Robert de Niro interpreta Ben, um simpático senhor de 70 anos que, após conquistar uma carreira satisfatória, quer algo além da vida de viúvo aposentado. Quando a empresa de Jules abre um programa para estagiários idosos, ele encontra sua chance.
Ambos passam a trabalhar juntos, e a convivência não é boa no início. Mas com o tempo, eles mostram um ao outro suas qualidades e sabedoria, e como pode nascer uma bonita amizade dessa relação.
Quem já assistiu? Se ainda não viu, vale muito a pena!

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Filme: A Incrível História de Adaline



Blake Lively dá vida a Adaline, jovem que sofre um acidente de carro aos 29 anos de idade e para de envelhecer. Na ocasião do acidente, ela era casada e tinha uma filha pequena, mas logo depois perde o marido.

Após se dar conta de seu "problema", e com sua filha mais crescida, Adaline decide viver como uma fugitiva. A cada dez anos ela muda de cidade e de identidade, com medo de que alguém perceba o que aconteceu. A única que conhece sua história é a filha, que nunca a abandona. E que com o passar dos anos parece que é sua mãe ou avó.

E assim a vida vai caminhando, pessoas passam pela vida de Adaline, mas não permanecem, já que ela tem muito medo de se relacionar sinceramente com as pessoas e acabar revelando seu segredo. Isso é uma dificuldade também para se envolver amorosamente com alguém.

Até que ela conhece um rapaz que mexe com seus sentimentos e, após ser incentivada por sua mãe, resolve dar uma chance a ele. Quando conhece a família do moço, ela inesperadamente descobre que ele é filho de um antigo amor, que ela abandonou no passado.

É uma linda história, bem construída e encantadora. Com certeza recomendo!  










Filme: Minions



Estreou no mês passado o tão esperado filme exclusivo para as criaturinhas amarelas e roliças que falam um dialeto que ninguém entende, mas que são super engraçadinhos e conquistaram o coração de todos depois do sucesso de "Meu Malvado Favorito".

Eles já tinham virado bonecos de pelúcia, brinde do Mc Donalds e tema de festa de aniversário infantil (aliás, fui em algumas recentemente). Agora, o filme mostra sua origem láááá nos primórdios, no tempo dos homens das cavernas, quando a "comunidade" dos minions começou a buscar uma espécie de líder, alguém malvado a quem eles pudessem seguir e servir. 

Durante toda a história, eles têm algumas tentativas frustradas de conseguir um novo chefe. Mas, cada nova aventura, rende boas risadas para os espectadores que se encantam com os amarelinhos.

Gostei do filme, mas ainda acho que eles são melhores como coadjuvantes de "Meu Malvado Favorito". Talvez um filme só para eles tenha sido um pouco demais. Porém, para as crianças é um programão.






quarta-feira, 10 de junho de 2015

Filme: Meu Porto Seguro



As adaptações da literatura para o cinema estão cada vez mais comuns e, sempre que posso, gosto de conferir as duas versões e fazer aquela comparação básica. É bem clichê dizer que o livro é melhor, tem muito mais detalhes, mas é a pura verdade na maioria das vezes. No caso de "Um Porto Seguro", que eu já havia lido (aqui), foi exatamente assim.

Na trama, Kate é casada com o policial Kevin, mas, cansada de suas agressões, traça um plano e consegue fugir para a pequena cidade de Southport. No filme achei um pouco confusa a maneira como a história foi se desenrolando. Talvez por já ter lido, esperava que fosse mais bem explicado.

Em Southport, ela arruma emprego em um restaurante e começa uma nova vida. Conhece Alex, viúvo e pai de dois filhos, por quem se apaixona. Mas apesar do envolvimento dos dois, ela não confia e não conta sua verdadeira história. 

Kevin, seu ex-marido, a essa altura alcoólatra e desesperado em sua procura, consegue localizá-la e vai ao seu encontro. Uma passagem que me chamou atenção e que eu não lembrava do livro, é com relação à esposa de Alex, que discretamente se faz presente em toda a trama.

É um lindo filme, mas o livro emociona muito mais!






quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A Menina que Roubava Livros



A Menina que Roubava Livros é baseado no livro homônimo de grande sucesso do escritor australiano Markus Zusak, que eu também li há algum tempo.

Liesel é uma garotinha abandonada pela mãe na Alemanha nazista de 1938. Ela então é adotada pelo casal Hans e Rosa. No caminho para casa, seu irmão morre e durante o enterro, o coveiro deixa cair um pequeno livro, que Liesel rouba com grande curiosidade, apesar de não saber ler.

Hans passa a ensinar Liesel a ler com a ajuda do livrinho que ela havia roubado. A menina começa a pegar gosto pela leitura e, um dia, durante uma queima de livros considerados subversivos em praça pública, ela rouba mais um. Depois, ela passa a frequentar a casa da esposa do prefeito, que abre sua grande biblioteca para Liesel se deliciar.

Quando estoura a Segunda Guerra Mundial, o judeu Max, filho de um soldado que salvara a vida de Hans, e a quem ele prometeu lealdade, pede abrigo à família. Além da tensão causada pela guerra, eles ainda precisam esconder o rapaz quando a polícia passa averiguando a casa.

É uma história muito bonita e comovente, e surpreende por ser narrada pela morte. Liesel sobrevive aos violentos ataques, mas ainda assim o final é um tanto triste.






quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Culpa é das Estrelas



Depois de acompanhar um burburinho nas redes sociais a respeito do filme, ontem fui assistir "A Culpa é das Estrelas", história baseada em um best seller americano. Não sabia bem do que se tratava, mas sabia que todos que assistiram se emocionaram muito. E comigo não foi diferente.

A protagonista é Hazel Grace, uma jovem diagnosticada com câncer aos 13 anos; desde então sua batalha foi contínua. A doença foi estabilizada, mas a menina passa 24 horas com um cilindro de oxigênio para poder respirar normalmente. Não pode andar demais, nem fazer muito esforço.

Hazel tem consciência da gravidade de sua doença, e sabe que seu tempo em vida é curto. Justamente por isso, se fecha em um mundo particular, e tem medo de machucar sua família quando partir. Preocupada com o comportamento recluso da menina, a mãe sugere que ela passe a frequentar um grupo de apoio, com pessoas que têm problemas similares, e onde elas dividem suas histórias, medos e sentimentos.

Ela resiste no começo, mas acaba cedendo. Lá ela conhece Augustus, jovem de 18 anos, bonito, simpático e cheio de si. E que muda sua vida. Logo no primeiro esbarrão ele já demonstra interesse. Augustus teve câncer e amputou uma das pernas. Mas não é triste, nem tem postura de vítima por causa disso. Ele espera ser lembrado por muitos quando partir dessa para uma melhor.


Juntos, os dois descobrem o amor puro e verdadeiro e amparam um ao outro para que não caiam na tristeza profunda por terem doenças graves. Apesar de ser uma história triste e bem emocionante, o filme tem muitas tiradas engraçadas também. Mas garanto que não teve um que saiu do cinema sem os olhos inchados, parecendo ter tomado um soco, de tanto chorar.

Infelizmente, a história não tem um final feliz, mas deixa como aprendizado o exemplo de dois jovens que, apesar de suas graves doenças, não desistiram de lutar, nem perderam o senso de humor, apesar de tudo. E o mais importante: aprenderam a amar.